quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Levantamento preliminar indica que apenas 200 estudantes teriam que refazer Enem




Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Até o momento, o Ministério da Educação (MEC) calcula que cerca de 200 estudantes deverão refazer as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por causa dos erros de impressão nos cadernos de prova amarelos. Os dados foram apresentados pelo ministro Fernando Haddad ao presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Augusto Chagas, e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Yann Evanovick, em audiência na tarde de hoje (11).

As entidades defendem, entretanto, que todos os alunos que tenham se sentido prejudicados pelos erros na aplicação do Enem tenham a chance de fazer as provas novamente em caráter opcional. Segundo Chagas, essa possibilidade foi descartada pelo ministro, porque poderia atrasar o calendário das 83 instituições de ensino superior que usam a nota da prova como critério de seleção.

No sábado (6), primeiro dia de aplicação do Enem, 21 mil cadernos de prova amarelos apresentaram erro de montagem e não continham todas as 90 questões. O MEC acredita que a maioria dos candidatos conseguiu trocar o material e fez a avaliação sem dificuldades.

Outro problema ocorreu na folha em que os estudantes marcam as respostas das questões, que estava com o cabeçalho das duas provas trocado. O exame teve 90 questões, sendo a primeira metade de ciências humanas e o restante, de ciências da natureza. Mas, na folha de marcação, as questões de 1 a 45 eram identificadas como de ciências da natureza e as de 46 a 90, como de ciências humanas.

Em função desses erros, a Justiça Federal no Ceará determinou a suspensão do Enem. A UNE não quer que o exame seja anulado, já que mais de 3 milhões teriam feito a prova com tranquilidade. As entidades criaram uma central para receber as reclamações dos estudantes, que já recebeu mais de 1,1 mil contatos. UNE e Ubes querem discutir junto com o MEC quais serão os critérios usados para definir quem terá direito a refazer o exame.

“Não é o suficiente [reaplicar o Enem] apenas para os que receberam a prova amarela errada. Na nossa opinião, o problema do gabarito gerou outros problemas e é por isso que nós queremos negociar com o MEC quais serão os critérios usados para oferecer essa nova prova aos estudantes." Segundo ele, até que isso seja determinado, a UNE continuará defendendo um Enem opcional para todos os que foram prejudicados.

Edição: Nádia Franco

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Brasil precisa substituir lixões por aterros sanitários até 2015




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A implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada em agosto e ainda sem regulamentação, terá como grandes desafios a gestão compartilhada, o prazo para substituição de lixões por aterros sanitários e a ampliação e melhoria da produtividade da coleta seletiva. As metas foram listadas nesta segunda-feira (8) pelo secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Silvano Silvério.
O secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, José Machado, disse que a regulamentação da PNRS – que tinha prazo de 90 dias, contados a partir de 2 de agosto – será concluída até o fim deste governo e assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ministério já tem uma minuta do decreto e está discutindo o texto no governo e com entidades do setor de gestão de resíduos.
A lei prevê a responsabilidade compartilhada na gestão dos resíduos sólidos e proíbe a manutenção de lixões em todo o país. Segundo Silvério, estados e municípios terão até agosto de 2011 para elaboração de planos de gestão de resíduos. Até 2015 o país terá que ter eliminado os lixões.
“O esforço inicial é para garantir a implementação de aterros. A lei dá quatro anos de prazo máximo para adequação de aterros e fim dos lixões”, disse o secretário durante apresentação no seminário Regulação e Gestão de Serviços Públicos de Manejo de Resíduos Sólidos: Aproveitamento Energético do Metano de Aterros Sanitários.
O governo deverá estimular projetos compartilhados entre municípios e estados e iniciativas intermunicipais, que têm custo operacional reduzido, se comparados com projetos individuais. Uma das orientações, segundo Silvério, será a criação de autarquias municipais ou intermunicipais de gestão de resíduos.
“Queremos estimular a formação de consórcios públicos para gestão, isso otimiza investimentos e permite planejamento e gastos compartilhados”, comparou.
Evitar que os aterros voltem a se transformar em lixões por falta de gestão também é umas das preocupações do governo. Entre as possibilidade para garantir a sustentabilidade financeira dos empreendimentos estão o aproveitamento do metano liberado pelo lixo para produção de energia e a criação de estímulos fiscais vinculados à manutenção dos projetos. “O país tem que ter uma meta para recuperação de energia em aterros a partir do gás metano. Os planos [estaduais e municipais] terão que contar com a perspectiva de recuperar energia dos aterros”, sugeriu Silvério.
Durante a apresentação, o secretário também apontou a necessidade de ampliação e melhoria da qualidade da coleta seletiva. Dos 5.565 municípios brasileiros, somente cerca de 900 têm o serviço de coleta seletiva. E a produtividade é baixa: apenas 12% do que é coletado é de fato reciclado, segundo Silvério. (Fonte: Luana Lourenço/ Agência Brasil)

Biocombustíveis fazem mais mal ao clima que fósseis, diz estudo




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Os planos europeus de promoção dos biocombustíveis levarão os agricultores a converterem 69 mil quilômetros quadrados de vegetação nativa em lavouras, reduzindo a oferta de alimentos aos pobres e acelerando a mudança climática, segundo um relatório divulgado por ambientalistas na segunda-feira (8).
De acordo com esse estudo, o biocombustível adicional a ser usado na Europa ao longo da próxima década irá gerar entre 81 e 167 por cento a mais de dióxido de carbono do que os combustíveis fósseis.
Nove entidades ambientais chegaram a essa conclusão depois de analisarem dados oficiais relativos à meta da União Europeia de que até 2020 os combustíveis renováveis representem 10 por cento do total usado em transportes no bloco.
A equipe energética da Comissão Europeia, que formulou tal meta, argumentou que o impacto não será tão grande, porque os biocombustíveis serão extraídos principalmente de plantações em terras agrícolas atualmente abandonadas na Europa e na Ásia.
Novas estimativas científicas lançadas neste ano colocam em dúvida a sustentabilidade da meta dos 10 por cento, mas autoridades energéticas da UE afirmam que apenas dois terços da meta será alcançada pelos biocombustíveis, e que veículos elétricos, alimentados por fontes renováveis, oferecerão um equilíbrio.
No entanto, estratégias nacionais de energias renováveis publicadas até agora por 23 dos 27 países da UE mostram que até 2020 9,5 por cento dos combustíveis usados nos transportes devem ser biocombustíveis, e que 90 por cento disso virá de cultivos alimentares, segundo o relatório.
O debate gira em torno de um novo conceito, conhecido como ‘mudança indireta do uso fundiário.’
Basicamente, isso significa que transformar uma lavoura de grãos em cultivo de matéria-prima para biocombustíveis fará alguém, em algum lugar, passar fome, caso essas toneladas de grãos a menos não passarem a ser cultivadas em outro lugar.
Os fundamentos econômicos sugerem que esse déficit alimentar seria suprido com a ampliação da fronteira agrícola para áreas tropicais, o que implicaria a destruição de florestas — um processo que pode gerar enormes emissões de gases do efeito estufa, pela queima ou apodrecimento das árvores, revertendo eventuais benefícios que os biocombustíveis deveriam trazer.
O relatório diz que a estratégia da UE para os biocombustíveis poderia gerar 27 a 56 milhões de toneladas adicionais de gases do efeito estufa por ano. No pior cenário, isso seria equivalente a colocar 26 milhões de carros nas estradas europeias, diz o estudo.
Produtores tradicionais de biocombustíveis argumentam que a UE não deveria alterar suas políticas de promoção dos biocombustíveis levando em conta as novas estimativas científicas, porque estas ainda são incertas.
‘Qualquer política pública baseada em resultados tão altamente contestáveis seria facilmente desafiada na Organização Mundial do Comércio,’ disse o representante da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Emmanuel Desplechin. (Fonte: G1)

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Mais de 70% do desmatamento amazônico vira lixo




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Nada de móveis, portas ou cabos de vassoura. De cada dez árvores derrubadas na região amazônica, sete vão para a lata do lixo. De acordo com estudo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), a maior parte da madeira é simplesmente descartada como resíduo.
O principal problema é o processamento dessa madeira. Feito praticamente de forma artesanal e com baixa tecnologia, apenas 30% das toras é aproveitado. Essa fatia representa a parte mais nobre da árvore.
O resto, na forma de serragem e de sobras, é descartado. Segundo Niro Higuchi, coordenador da pesquisa do INPA, é fundamental melhorar o rendimento da floresta. Não basta apenas estancar o desmatamento, por exemplo.
O pesquisador ainda aponta outro motivo para o baixo aproveitamento da madeira: ela é muito barata no mercado local. “É possível comprar um hectare de floresta por R$40″, disse à Folha.
De acordo com a Associação das Indústrias Exportadoras de Madeiras do Estado do Pará (AIMEX), não é bem assim. O preço médio de uma árvore varia entre R$90 e R$360, dependendo da espécie.
“A madeira aqui na Amazônia é realmente barata. Mas não é só isso. Ela é explorada de maneira desorganizada”, alerta Rosana Costa, engenheira agrônoma do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM).
A desorganização dessa exploração não é um problema exclusivo das grandes cidades, que transforma árvore em lixo urbano. Ela afeta também comunidades ribeirinhas – afinal, alguns núcleos incrustados na floresta sobrevivem do processamento de madeira.
Nessas comunidades, todo resíduo é despejado nos rios. “Na água, a serragem pode fermentar e soltar os produtos químicos que foram passados no tronco. Isso causa a morte do rio, como aconteceu no rio Trairão”, alerta Rosana.
O objetivo do INPA é reverter, em cinco anos, essa porcentagem, passando a aproveitar 70% da madeira derrubada. O aumento da produtividade acontece em duas etapas.
Na primeira, aperfeiçoa-se a técnica e a tecnologia da indústria madeireira, como o modo de cortar e as lâminas utilizadas.
Em seguida, é a vez dos resíduos. A serragem gera energia em termelétricas. E as sobras, finalmente, podem virar móveis, portas ou cabos de vassoura.
Para Niro, os resultados em laboratório foram animadores. Com isso, já foi firmado convênio com uma madeireira de Itacoatiara (região metropolitana de Manaus) e a aplicação do projeto deve começar até o fim do mês. (Fonte: Bruno Molinero/ Folha.com)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Guaratinguetá - Fórum de Educação Ambiental Semente do Amanhã




A Coordenação do Programa Ambiental e Interativo Semente do Amanhã informa que o IV Fórum de Educação Ambiental será realizado de 9 a 12 de novembro, das 19h30 às 22h, no Espaço Educacional VivArte.
Entre os principais objetivos do fórum está a valorização dos trabalhos realizados na área de meio ambiente pelos professores das unidades escolares, colocando em evidência os melhores projetos.
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Redação: Serviço de Comunicação | Data da Notícia: 03/11/2010
Área da Notícia: Educação

Guaratinguetá - Bandeirante já tem Ordem de Serviço para iniciar o Programa Reluz




O Gabinete do Prefeito Junior Filippo informa que, a partir desta quinta-feira (04/11/10) a EDP Bandeirante já está com ordem de serviço para a implantação do Programa Reluz (Programa Nacional de Iluminação Pública Eficiente), iniciando pela região central da cidade.
Com o investimento de cerca de R$ 4,5 milhões, o Programa tem como propósito a modernização da Iluminação Pública da cidade, por meio da substituição de 10.525 lâmpadas de mercúrio por equipamentos de sódio, proporcionando economia no consumo, redução de perdas de energia elétrica e melhoria da luminosidade das vias e praças da cidade.

O Programa Reluz proporcionará ao município um acervo de iluminação pública mais eficiente, contribuindo com a melhoria da qualidade de vida e segurança da população.
Para a Prefeitura de Guaratinguetá, o Reluz vai gerar uma economia anual estimada em R$ 1.200.000,00 e uma redução de consumo de aproximadamente 7.000 MWh/ano.
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Redação: Serviço de Comunicação | Data da Notícia: 03/11/2010
Área da Notícia: Gabinete

Guaratinguetá - Escola Municipal promove evento social aberto à comunidade



A EMETEP e Escola Municipal Broca Meirelles realizam na próxima terça-feira (09/11/10), a partir das 19h, um evento social aberto à comunidade, com prestação dos seguintes serviços gratuitos:
• Cabeleireiro;
• Depilação;
• Maquiagem;
• Unha artística;
• Artesanato em material reciclável;
• Ginástica (Alongamento);
• Saúde (Verificar Pressão Arterial).
O endereço da EMEF PROFª. MARIA APARECIDA BROCA MEIRELLES é Rua Álvares Cabral, 321 – Bairro Campo do Galvão.
Redação: Serviço de Comunicação | Data da Notícia: 03/11/2010
Área da Notícia: Educação

Descoberta sobre anticorpos pode levar à cura do resfriado




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Cientistas britânicos dizem que uma mudança fundamental no entendimento de como o corpo combate infecções virais pode auxiliar o combate a doenças causadas por vírus – entre elas, o resfriado comum.
Até hoje, especialistas pensavam que os anticorpos produzidos pelo organismo combatiam infecções virais bloqueando ou atacando os vírus fora das células.
No entanto, pesquisadores do Conselho de Pesquisa Médica (MRC, na sigla em inglês), na Grã-Bretanha, concluíram que os anticorpos podem penetrar nas células e lutar contra os vírus uma vez lá dentro.
Antivirais – Segundo um artigo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a descoberta pode abrir caminho para a criação de novas drogas antivirais.
Os cientistas do Laboratório de Biologia Molecular do MRC, em Cambridge, Inglaterra, enfatizaram que serão necessários anos de trabalho e de testes para que sejam desenvolvidas novas terapias.
Eles também dizem que essa possível nova estratégia de combate não teria efeito sobre qualquer tipo de vírus.
“Os vírus são os grandes matadores da humanidade em todo o mundo, matam duas vezes mais pessoas por ano do que o câncer”, disse à BBC o chefe da equipe, Leo James.
Ele explicou que quando um paciente sofrendo de uma infecção viral, como um resfriado, vai a um médico, não há muito o que o médico possa fazer. Antibióticos só são efetivos no combate a bactérias – não vírus.
“(Essa descoberta) nos dá uma estratégia completamente nova para a criação de novos tipos de antivirais contra uma gama de vírus, como o do resfriado comum e o da gastroenterite”, disse o chefe da equipe, Leo James.
“Claro que ainda é muito cedo, não vamos ter uma cura amanhã”, ressaltou.
Embora o resfriado comum não tenha cura hoje, seus sintomas costumam desaparecer espontaneamente em até dez dias.
Novo paradigma – Já há algumas drogas antivirais disponíveis para auxiliar o tratamento de certas doenças. Entre elas estão os medicamentos usados por portadores do vírus HIV.
Mas as revelações feitas pela equipe do MRC transformam o pensamento científico anterior a respeito da imunidade do homem contra doenças provocadas por vírus.
O estudo mostrou que os anticorpos podem entrar nas células e, uma vez lá dentro, desencadear uma resposta, auxiliada por uma proteína chamada TRIM21.
Essa proteína empurra o vírus para dentro de um sistema de excreção usado pela célula para se livrar de materiais indesejados.
Os pesquisadores verificaram que esse processo acontece rapidamente, normalmente antes de que a maioria dos vírus tenha oportunidade de prejudicar a célula.
Eles também descobriram que aumentar a quantidade de proteína TRIM21 nas células torna o processo ainda mais efetivo, o que aponta o caminho para a criação de drogas antivirais melhores.
O vice-diretor do Laboratório de Biologia Molecular do MRC, Greg Winter, disse: “Essa pesquisa não representa um avanço apenas na nossa compreensão de como e onde os anticorpos atuam, mas também no entendimento geral da imunidade e das infecções”. (Fonte: G1)

Rádio Sabesp desta semana vai destacar sobre os efeitos das mudanças climáticas




Você sabia que cuidar da vegetação ajuda a evitar desastres provocados pelas mudanças climáticas. Atitudes simples como a conservação e o plantio de árvores, podem colaborar com a preservação do meio ambiente e salvar vidas de todas as espécies. Sabia mais no programa "Meu Ambiente" desta semana.

Acesse http://site.sabesp.com.br/site/fique-por-dentro/Podcasts-Detalhes.aspx?secaoId=65&id=1080


Assessoria de Imprensa Sabesp

terça-feira, 2 de novembro de 2010

INEA - diz que derramamento de óleo no Paraíba do Sul já foi controlado




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O derramamento de 26 mil litros de óleo vegetal no Rio Paraíba do Sul, que deixou 400 mil pessoas sem água na sexta e no sábado (30), no sul fluminense, foi controlado e já não oferece riscos de causar maiores prejuízos ao meio ambiente, nem prejudicar o abastecimento de água na região metropolitana do Rio. As cidades de Volta Redonda, Pinheiral e Barra do Piraí, que ficaram sem água, já estão com a distribuição normalizada.
As informações foram dadas nesta segunda-feira (1º) pelo presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Luiz Firmino. De acordo com ele, apenas ações de precaução estão sendo adotadas pelo estado, como a instalação de barreiras de absorção para evitar que o óleo chegue às tomadas de captação de água dos municípios.
“A situação está absolutamente sob controle. Nós estamos por precaução mantendo barreiras de absorção junto às tomadas de Pinheiral, Vargem Alegre, Barra do Piraí e a transposição de Santa Cecília para garantir que algum pedacinho de óleo que se desprenda da margem, que tenha ficado agarrado, não possa cair nessas tomadas”, disse Firmino.
Ele garantiu que o serviço de limpeza nas margens continua até que seja completado o trabalho de raspagem na vegetação e que não se tenha mais qualquer vestígio de óleo. Segundo ele, a expectativa é que até esta terça-feira (2) o serviço tenha terminado.
Ainda de acordo com o presidente do Inea, a intenção é solicitar que o Ibama exija da concessionária Nova Dutra, que administra a rodovia, a instalação de caixas de retenção em pontos frágeis das margens do Rio Paraíba do Sul. O vazamento ocorreu sexta-feira (29), quando um caminhão bateu em uma carreta-tanque carregada de óleo, no km 272 da Rodovia Presidente Dutra, que liga o Rio a São Paulo, no sentido Rio. (Fonte: Vitor Abdala/ Agência Brasil)