sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2010
Tema- Economia e Vida
Lema- "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro"(MT 6,24)
As Igrejas Cristãs no Brasil, presentes no Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil-CONIC-, apresentam a campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, com o Tema Economia e Vida e o Lema "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro" (MT 6,24). Esta é a terceira Campanha da Fraternidade realizada de forma ecumênica, e tem como objetivo geral: "Colaborar na Promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão. Para que todos possam estar unidos neste trabalho da CFE de 2010 em favor de uma economia justa e solidária. Convidamos toda a sociedade a estar conosco na Abertura e Lançamento do Texto Base da CFE 2010 da Arquidiocese de Aparecida que se realizará no Colégio Albert Einstein em Guaratinguetá no dia 3 de fevereiro de 2010 as 19h00 onde
todos serão recebidos e motivados a desempenhar projetos em favor dos nossos irmãos mais fragilizados.
Desde já agradecemos a presença de todos.
Tadeu e Regina
Coordenadores Diocesanos da CF
"Senhor, que a vossa graça venha até nós e transforme nosso coração."
José Tadeu e Maria Regina
Coord. Sub-Região e Diocese Aparecida - Campanha da Fraternidade
e-mail: coordenadoresarq_cf@hotmail.com
Tel/Fax: (12)3125-6994
Cel: (12)9153-6793/9104-3636
sábado, 12 de dezembro de 2009
‘BATATA QUENTE" NAS MÃOS DO GOVERNO.

Como todo fechamento de ano, é natural que façamos uma avaliação do que foi realizado e do que se pretende fazer no próximo ano. A definição que temos nesse momento é que o fim do Governo Lula está próximo e possui indicadores sociais altamente positivos, mas, lamentavelmente, no setor de Saúde e Segurança do Trabalho estamos ‘chorando’ um dos piores desempenhos nos últimos 40 anos, no âmbito do Ministério do Trabalho. O resultado só não está pior porque alguns servidores públicos e a sociedade organizada e interessada no assunto procuraram fazer, no mínimo, a sua parte.
O MTE vem encolhendo há 15 anos e está numa situação agonizante, na qual a Secretaria de Inspeção do Trabalho não possui recursos nem para pagar as passagens dos servidores para representar o Estado e promover ações integradas, especialmente em eventos organizados pelo movimento sindical e setor prevencionista. O Sistema Tripartite, que é universal e consagrado, está muito mais para tirar os direitos dos trabalhadores do que para manter ou ampliar essas conquistas. Todas as mudanças que aumentam a responsabilidade e investimento empresarial não avançam. A resistência, quase sempre, é contemplada pela fragilidade do Governo em não exercer seu papel de arbitragem. Todavia, no tripartismo, quando não há consenso, o Governo tem que usar seu papel de arbitragem. Nesse aspecto, o Governo tem se mostrado claramente impotente na gestão de equilíbrio de forças entre o capital e o trabalho. Até hoje não temos uma Política Nacional de Saúde e Segurança do Trabalho. Essa situação entrou agora em discussão e, muito provavelmente, não saíra do papel nesse Governo.
Sabemos que qualquer ação integrada para gerar resultado tem que passar, necessariamente, pela valorização da CIPA e do Técnico de Segurança. Existem recursos orçados suficientes para uma revolução na prevenção de acidentes de trabalho, o que falta são projetos efetivos para esses recursos chegarem até o trabalhador. Hoje temos o potencial de qualificar 3 milhões de trabalhadores cipeiros, e os menos de 5% que passam por esse treinamento, não são identificados pela inexistência de um controle social. O Brasil tornou-se signatário da OIT no compromisso de se criar normas de Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho o que entendemos que é positivo, pois carecemos de direcionamento de gestão. Finalmente, estamos no processo, por iniciativa da Previdência Social, de implantar o FAP – Fator Acidentário Previdenciário. Este acontecimento sinaliza como a única iniciativa do Governo Lula que pode deixar uma marca para as próximas gerações. Até hoje a empresa que mata e mutila tem o mesmo tratamento que a empresa que investe em prevenção. E, sem impacto econômico, dificilmente teríamos o engajamento empresarial. As poucas atitudes que temos nesse setor são realizadas por iniciativas isoladas de alguns empresários, que investem na qualidade de vida no trabalho por questões de princípios. Para nós, os Técnicos de Segurança, esperamos um ‘PAC’ do Governo em Saúde e Segurança do Trabalho, que por mais estranho que possa parecer, teria custo ZERO para o Estado, dependendo, exclusivamente, de vontade política. O ‘PAC’ seria composto por quatro medidas: regulamentação do Conselho de Classe dos Técnicos de Segurança; cumprimento da obrigação legal de treinar 3 milhões e duzentos mil cipeiros designados; instituir a Política Nacional de SST com princípios e universalização; implantar o FAP e sustentar a aplicação com a força política do Estado. O FAP poderá representar a virada da página na SST. Entretanto, corremos um alto risco dessa iniciativa ser postergada ou engavetada se o Governo ceder à pressão empresarial na medida em que, 10% dos empresários - que são os grandes responsáveis pelos altos índices de acidentes -, tenham um poder de pressão para desqualificar o FAP. Cabe a nós, e aos movimentos sociais, fazermos uma defesa desta iniciativa, que entendemos ser boa para os trabalhadores, Governo e bons empresários, pois, ou o Governo segura esta ‘batata quente’, ou o Governo Lula não mostrará para o que veio nas questões de Saúde e Segurança do Trabalho.
Armando Henrique
Pres. – Sind. Téc. Segurança do Trabalho
Diretor da Força Sindical
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Nelson Mandela e Graça Machel vencem prêmio "Heróis da Década"
O Colégio Girassol de Guaratinguetá, foi um dos participantes da Conferência das Crianças do Mundo com a Imprensa e nós do Jornal SegVale estivemos presentes, a convite da Diretora Teresinha de Oliveira, na apresentação das alunas: Karen,Júlia,Carla, Bia, Ana e Carol que falaram sobre a importância dos Direitos da Criança no Brasil e no mundo.
Muita coisa foi feita, mas ainda resta muito por fazer.
Foram enfocadas sete situações de violação mais comum que são:
01 - Nome e nacionalidade: 1 a cada 10 criança nunca foi ou é registrada. Isso significa que não há documento que comprove a sua existência.
02 - Mortalidade infantil: cerca de 1 a cada 100 crianças morre antes de completar 5 anos de idade, geralmente por razões que poderiam ser evitadas.
03 - Saúde e Saneamento básico: 9 entre 10 crianças no Brasil, usam água de fontes impróprias para o consumo. 8 a cada 10 crianças têm acesso a condições adequadas de saneamento básico.
04 - Casa, roupa, comida e segurança: Cerca de 1 para cada 10 crianças no Brasil vive em situação de extrema pobreza, com menos de R$ 2,80 por dia para viver.
05 - Proteção contra a violência: somente 23 países no mundo proibiram todas as formas de punição corporal para crianças. Alguns países ainda permitem castigos físicos na escola.
06 - Trabalho infantil nocivo: cerca de 1 para cada 10 crianças no Brasil trabalha em alguma atividade. Algumas trabalham mais que outras.
07 - Escola e educação: 95 para cada 100 crianças no Brasil vão à Escola. Porém muitas a abandonam muito cedo, ainda no 2º ciclo do ensino fundamental.
No final da apresentação foi com grande alegria que divulgaram o Primeiro Herói dos Direitos da Criança da década: O casal Nelson Mandela e Graça Machel que eles ajudaram a eleger.
Parabéns ao Colégio Girassol em levar seus alunos a interagir com uma questão muito importante a nível mundial, e parabéns aos alunos que estudaram, pesquisaram e aprenderam muito sobre seus direitos.
Importante é não ficar parado por aí e sim divulgar os conhecimentos e
informações a todos os colegas, aos pais e amigos.
Só assim conseguiremos aumentar ainda mais, o respeito para com todas as crianças.
Isso é um dever.
Antonio Luiz Barbosa
TST – Diretor Jornal SegVale
domingo, 6 de dezembro de 2009
Peugeot lança bicicleta elétrica

A bicicleta híbrida pode ser carregada em tomadas comuns e reabastecida com as pedaladas do ciclista. Devido aos três níveis de assistência e ao sensor de torque que a bicicleta dispõe, o ciclista pode percorrer até os terrenos mais íngremes com facilidade, garante o fabricante.
A bike também possui freios de disco dianteiros e traseiros, luzes automáticas e independentes e suspensão, que garantem maior segurança ao ciclista. Por enquanto, ela será comercializada apenas na Europa por 2.290 euros, o que equivale aproximadamente R$ 7.725.
Fonte: http://blog.ambientebrasil.com.br
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
EXCLUSIVO: Sacolas plásticas são utilizadas em tapumes ecológicos nas obras da Sabesp
Confeccionado a partir de sacolas plásticas e aluminizados reciclados, os tapumes apresentam maior vida útil. O material não se deforma e nem se decompõe, se deixado exposto às variações climáticas.
Inicialmente serão utilizadas 100 placas, com 50 metros, neste período de testes. Segundo dados da empresa Baram, que fornece o material, outras 300 empresas já compraram o produto para utilização em obras. A empresa instalada no Rio Grande do Sul produz em média 6 mil chapas mensalmente.
A primeira obra a receber o tapume fica na rua Padre João Manoel, na capital paulista, onde será construída uma caixa para acoplar a válvula redutora de pressão que será instalada na rede de água.
*Com informações da Sabesp
Danielle Jordan / AmbienteBrasil
sábado, 5 de setembro de 2009
PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
• Objetivo do PPRA:
Ser a metodologia de ação que garanta a preservação da saúde e integridade dos trabalhadores frente aos riscos dos ambientes de trabalho.
• Riscos ambientais:
Os riscos ambientais são agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde dos trabalhadores.
• Identificando os agentes:
Agentes físicos: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes e radiações não ionizantes;
Agentes químicos: poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases, vapores, absorvidos pelo organismo humano por via respiratória, através da pele ou por ingestão;
Agentes biológicos: bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros.
• Obrigatoriedade do PPRA:
A implementação do PPRA é obrigatória para todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. Não importando o grau de risco ou a quantidade de empregados. Por exemplo, uma padaria, uma loja ou uma planta industrial, todos estão obrigados a ter um PPRA, cada um com sua característica e complexidade diferentes.
• Profissional que executa o PPRA:
O Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho - SEESMT da empresa ou instituição. Mas o empregador desobrigado pela legislação de manter um serviço próprio, deverá contratar uma empresa ou profissional para elaborar, implementar, acompanhar e avaliar o PPRA. A Norma Regulamentadora não especifica qual é o profissional, porém as atribuições estabelecidas para a gerência do PPRA nos mostram que ele deverá estar sob a coordenação de um Engenheiro de Segurança do Trabalho ou médico do Trabalho (CREA ou CRM).
• CIPA:
A CIPA e seus participantes devem participar da elaboração do PPRA, auxiliando na sua implementação. Mas não esqueça o PPRA é uma obrigação legal do empregador e por isso deve ser de sua iniciativa e responsabilidade direta.
• PPRA:
É um documento de ação contínua, um programa de gerenciamento. O documento-base, previsto na estrutura do PPRA, permanecerá na empresa a disposição da fiscalização, junto com um roteiro das ações a serem empreendidas para atingir as metas do Programa. Em resumo, se houver um excelente PPRA mas as medidas não estiverem sendo implementadas pela empresa e avaliadas pelo técnico de segurança, o PPRA, na verdade, não existirá.
• PPRA e PCMSO:
Ambos são programas de caráter permanente, coexistem nas empresas e instituições, com as fases de implementação definidas. O PPRA deverá pronto para servir de subsídio ao PCMSO. Observe a "lei": NR-7, item 7.2.4 - O PCMSO deverá ser planejado e implantado com base nos riscos à saúde dos trabalhadores, especialmente os identificados nas avaliações previstas nas demais NR."
VEJA O SEGUINTE TEXTO : "NR-9, item 9.1.3 - O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais NR, em especial com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO previsto na NR-7."
*Fonte: http://www.grupomednet.com.br/index.php?lingua=1&pagina=ppra
Carta do Sr Cosmo Palasio ao Presidente Lula, Ref. Decreto 6945 de 21/08/2009
Ao
Excelentíssimo Senhor Presidente da República;
Luiz Inácio Lula da Silva.
Palácio do Planalto
Praça dos Três Poderes – 70150-900 – Brasília – DF
Ref. Decreto 6945 de 21/08/2009
Senhor Presidente:
Solicitamos sua atenção e de todos aqueles que estão em seu governo e tem envolvimento direto com o assunto, para a necessidade de reavaliar o Artigo 1º, Parágrafo 6º, Inciso I, Letras A e B, texto em anexo do “Decreto 6945 de 21/08/2009, publicado no DOU em 24/08/2009, que trata da Lei Previdenciária 11.774/2008, relativo a contribuições previdenciárias e aplicação do FAP – Fator Previdenciário, que entrará em vigor em janeiro de 2010.
Não creio que esta mudança agregue qualquer valor real - ou seja, que traga qualquer benefício direto à saúde do trabalhador e que ao mesmo tempo não mude na prática a elaboração de tais programas. O que necessitamos na verdade é que nosso governo e todos os envolvidos neste assunto COBREM rigorosamente a responsabilidade daqueles que hoje emitem estes programas, independentes da formação que tenham.
Lembramos que a SOFISTICACÃO do PPRA aumentará ainda mais a distância das iniciativas de gestão de segurança do trabalho que hoje temos da realidade da maioria das empresas brasileiras, visto que o PPRA deveria ser um programa básico que servisse como espinha dorsal para outras ações de prevenção - tal como foi criado e ao longo dos anos vem sendo feito. O problema do PPRA em nosso país não é quem FAZ, mas sim quem não o CUMPRE e se desejamos de fato mudar a realidade é essencial e importante que direcionemos esforços nesta direção. Engessarmos as práticas contribui apenas para o aumento dos custos e pouco resultado na correção dos problemas.
Conhecendo o respeito do Partido dos Trabalhadores para com os trabalhadores, solicitamos mais uma vez que o assunto seja reavaliado e que as áreas especialistas e profissionais na mesma condição sejam envolvidas neste debate, que as centrais sindicais sejam ouvidas, etc.
Contamos, com sua vivência em chão de fábrica, conhecimento de assunto junto a CIPA e Comissões de Fábrica, com a sua atenção para o assunto.
Atenciosamente,
Cosmo Palasio de Moraes Jr Armando
Consciência Prevencionista
CC.
- Casa Civil – Subchefia para assuntos jurídicos
-Guido Mantega – Ministério da Fazenda
-Carlos Lupi – Ministério do Trabalho
-Jose Pimentel – Previdência Sócia
-Sergio Machado – Ministro Ciência e Tecnologia
-Ruthy Beatriz de Vasconcelos Vilela – SIT Secretaria de Inspeção do Trabalho
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Colégio Girassol na Gincana da Solidariedade
ESCOLAS
Colégio Fonte, Zerbini, Aquarela, Fatec, Cotec, FEG, Yazigi, CNA, Estrutura
CLUBES
Itaguará, Corpo e Cia
SUPERMERCADOS
Vilela, Compre Bem (Pedreira), Máximo
OUTROS
Bombeiro, Padaria Vale do Sol, Salão Maison Wolf( Edenilson), Neuza Cabeleireira, Casa de repouso Santa Isabel,
ACIG, farmácia Santo Antonio (Pedregulho),
Vamos levar Guaratinguetá ao 1º lugar em solidariedade
"Participe desta brincadeira que alimenta"
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Previna acidentes com os bebês.
da Folha Online
É dos seis aos doze meses de idade que a maioria dos bebês começa a dar os primeiros passos, engatinhar e sentar. É também nesta fase que os pais têm que redobrar os cuidados para que não aconteçam acidentes.
Leia abaixo trecho do livro "Seu Bebê dos 6 aos 12 meses" (Publifolha) que ensina cuidados básicos para manter os pequenos longe dos perigos domésticos.
SEGURANÇA
Conforme seu bebê vai se tornando mais ativo, você terá de ficar cada vez mais atento à segurança dele. Por exemplo: quando ele conseguir se virar, correrá o risco de cair do trocador. Depois, ao começar a se locomover, chegará a lugares perigosos, poderá abrir armários proibidos e até mexer em coisas que lhe façam mal.
Livro aborda o desenvolvimento dos bebês dos seis aos 12 meses
Os bebês apresentam a tendência natural de explorar tudo que os cerca, mas não têm idéia dos possíveis perigos do ambiente. E, apesar de seu filho começar a reconhecer a palavra "não" nessa idade, não se pode confiar que ele vá se lembrar do que pode ou não fazer.
Seu filho precisa de espaço e de sensação de liberdade para se desenvolver. Por isso, a superproteção para evitar acidentes não é uma boa opção. Em vez disso:
• ofereça um ambiente seguro para ele explorar;
• fique atento para problemas potenciais a fim de prevenir acidentes;
• supervisione-o o tempo todo; os bebês nunca devem ficar sozinhos, a menos que estejam dormindo no berço ou seguros no cercado;
• sente-se no chão para brincar com seu filho - isso lhe dará a oportunidade de ver o que é ou não seguro.
Pela casa
• instale portõezinhos, quando o bebê engatinhar;
• prenda as portas, evitando dedinhos esmagados;
• evite o uso de andadores - o bebê pode tombar;
• instale redes em janelas e terraços;
• nunca deixe a criança no cadeirão sem o cinto de segurança;
• afaste das janelas móveis em que ele consiga subir;
• instale protetores nos cantos de mesas e de outros móveis baixos;
• veja se não há algum móvel que seu filho consiga virar sobre si mesmo;
• verifique balaústres e grades em escadas ou balcões, para ver se ele pode atravessar ou passar por baixo;
• sempre observe o chão para ver se não há objetos perigosos, como botões, pilhas, moedas ou alfinetes;
• guarde fósforos e isqueiros longe do alcance da criança;
• proteja as tomadas elétricas com um móvel pesado ou com capinhas de segurança;
• instale detectores de fumaça e verifique as baterias.
Na cozinha
• guarde objetos cortantes fora do alcance da criança;
• nunca deixe bebidas quentes sobre a mesa ou no chão, e não use toalha de mesa - seu filho poderá puxá-la e todos os objetos cairão sobre ele;
• nunca segure uma bebida quente se estiver com o bebê no colo, e observe onde ele está, se você estiver andando com uma bebida quente nas mãos;
• sempre supervisione seu filho quando ele estiver comendo ou bebendo, para prevenir engasgos;
• use as bocas de trás do fogão e vire os cabos das panelas para dentro, tirando-os do alcance do bebê;
• evite deixar fios elétricos à mão;
• não deixe o bebê se aproximar do forno quente;
• use travas de segurança nos armários e tranque os que contêm material de limpeza;
• nunca cozinhe com o bebê no colo.
No banheiro
• nunca deixe seu filho sozinho no banheiro, pois crianças pequenas podem se afogar em pouca água;
• use um tapete antiderrapante;
• ligue primeiro a água fria na hora do banho e teste a água antes de colocar o bebê;
• feche bem a torneira e embrulhe-a com uma toalha;
• use água morna (48 graus, no máximo) no banho;
• tranque os remédios e as lâminas de barbear;
• feche a tampa do vaso sanitário e remova a escova para limpá-lo.
No quarto
• quando o bebê ficar em pé sozinho, verifique se no berço tem brinquedos nos quais ele possa subir para sair;
• coloque o berço longe da janela;
• quando ele engatinhar, remova os móbiles;
• nunca deixe o bebê sozinho no trocador.
Nas áreas comuns
• nunca deixe ventiladores ou aquecedores ligados ao alcance do bebê que já engatinha;
• limpe sempre os restos de bebidas alcoólicas de copos;
• guarde ferramentas, produtos químicos e de limpeza em armários altos e trancados.
Do lado de fora
• sempre use cinto de segurança no carrinho e cadeirinha de segurança no carro;
• arranque todas as plantas venenosas do jardim;
• nunca deixe seu filho sozinho com esguichos e baldes.